Oportunidades (ou como a vida acontece)

000054_1Nunca percas uma oportunidade.

Mas nunca percas uma oportunidade de te fazeres crescer, daquilo que te faz bem, daquilo que te é bom!

Assim, há oportunidades que tens de perder.. aliás, que deves perder! Perde todas as oportunidades daquilo que te diminui, do que te faz ser menos pessoa nesta comunidade de pessoas a que chamamos viver. Perde.. para não te perderes!

E assim, ganhar-te-ás! Pois todas as outras oportunidades se apresentarão diante de ti! Agarra-as, com unhas, com dentes, com esforço, com sangue, com suor, com lágrimas, com força, com tudo o que és.. Para que sejas tudo quanto podes ser.

A vida acontece nestes termos. Há sempre oportunidade de aconteceres. Há sempre oprtunidade de viveres.

ESCREVE-TE

Escreve-te em tudo o que te faz sorrir

Escreve-te nos sonhos mais secretos

Escreve-te na essência do teu Ser

Escreve-te no teu SER

Escreve-te com o coração repleto

Escreve-te em todas as linhas da tua Alma

Escreve-te em todas as coisas que fazem parte de ti

Escreve-te nas lágrimas salgadas e quentes

Escreve-te nos sorrisos que iluminam os teus olhos

Escreve-te em tudo que te faz sorrir

Escreve-te nos devaneios do teu coração

Escreve-te na loucura da tua mente

Escreve-te com a certeza de que ÉS

Escreve-te com a paixão que te domina

Escreve-te nas observações mais demoradas e doces

Escreve-te com toda a luz

Escreve-te com toda a sombra

Escreve-te com todas as cicatrizes que carregas

Escreve-te com todo o Amor que te preenche

Escreve-te em toda a tua Vida

Escreve-te com as palavras doces de um sussurro

Escreve-te com a leveza de uma onda

Escreve-te em toda a tua presença

Escreve-te…

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Liberdade e opressão.

Entre os fortes e fracos, entre ricos e pobres, entre senhor e servo é a liberdade que oprime e a lei que liberta.

Henri LacordaireHenri Dominique Lacordaire foi um advogado prodígio, um orador brilhante, um padre liberal, um pedagogo ímpar e tanto mais! Sendo impossível agora debater com este “alumiador” do pensamento, sugere-se que se leiam as suas conferências.

Jornalismo (ou dormir)

22 Novembro 2017. (Patrícia de Melo Moreira/AFP/Getty Images)

O presidente de Cabo Verde (o paraíso na terra) esteve em Portugal e participou, juntamente com Marcelo Rebelo de Sousa, numa acção de voluntariado no Banco Alimentar.

Se Donald Trump soltar um gás, os telejornais abrem de imediato com repórteres em directo para avaliar o impacto ambiental da bufa presidencial. Como a economia de Cabo Verde é irrelevante quando comparada com a de outros colossos mundiais, acha-se que alguém que fez mais pela justiça e democracia de vários países (Cabo Verde, Portugal, Timor-Leste) e que têm ainda a humildade de ir “ajudar” um presidente amigo a promover uma causa social que aparentemente lhe seria completamente alheia, não tem importância suficiente para figurar nem em nota de rodapé.

Esperemos que tenha sido distracção minha.

Respira

Aquela simples e vital função do nosso corpo! R-E-S-P-I-R-A-R!!

Quantas vezes por dia o fazem conscientemente? Quantas vezes por dia fazem questão de respirar fundo para que o oxigénio chegue a todas as vossas células, a todos os ‘cantos’ dos vossos corpos, das vossas almas?

Não o fazemos vezes suficientes, pois não? O tanto que tomamos por garantido esta função básica e não aproveitamos tudo o que estamos a inspirar: a energia que nos rodeia, a calma de um momento de respiração profunda, o assentar de tudo o que está a acontecer aqui e agora… O renovar de tudo o que se passa cá dentro, o absorver o novo para expirar o que já não faz parte!

Inspirar! Inspiração! A inspiração que devemos ter para viver todos os dias, para sorrir, para conseguir ultrapassar aquela pedra que surge, para aproveitar tudo que nos aparece no caminho, para crescer, para conseguir olhar para tudo com ‘olhos novos’ todos os momentos. Inspiração para crescer um bocadinho todos os dias, para criar, para nos recolhermos, para olhar para o mundo com gratidão e Amor, para cuidar de nós, para cuidar os que amamos, para criar a cada momento o presente da Vida que reconhecemos ser o que merecemos!

E algo tão simples como respirar pode trazer a acalmia de uma tempestade interna, de um tumulto interior, da confusão da nossa mente e do desassossego do coração.

Respira! Pára! Absorve! Contempla! Olha-te com os olhos fechados da alma para conseguires ver mais além…

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Sente…

Permite-te sentir tudo o que tens direito, e tudo que tem de fluir dentro de ti e de dentro de ti.

Abraça os teus sentimentos e não te envergonhes deles, eles fazem parte de ti e são o que te faz também.

Se tem de rir, ri! Se tens de chorar, chora!

Faz a tua parte todos os dias! Crescer com os teus sentimentos, para que eles também cresçam contigo.

Grita, sofre, enerva-te, ri-te, chora, acredita, deixa-te ir, deixa-te ficar, permite-te!

Procura dentro do teu peito, do teu coração, do teu ser o que te faz! Não te envergonhes do teu sentir, de ser quem és, de não saberes quem és, ou de ainda te estares a descobrir. Não tens de ser quem sempre pensaste que eras: podes mudar, podes ter dúvidas, podes queres algo diferente para ti e tens o direito de saber e admitir que não sabes para onde queres ir, ou qual é o caminho mais certo ou indicado para ti. Não há um caminho certo para seguires, nada está definido, e, ao mesmo tempo, há uma definição em ti que ainda não te deste conta. Isso sim é o certo: saber que não tens de saber, saber que não tens de ter todas as respostas e nem sequer tens de saber quais são as perguntas.

O certo vem até ti, de alguma forma, da forma que tem de ser. Com amor em ti e por ti! Com a certeza de que te podes permitir a ser quem és, mesmo não sabendo quem és. Sente! Sente-te! Permite-te sentir, permite-te crescer, porque até quando te sentes menina e pequena podes ter a certeza de que o espaço está aberto dentro de ti para cresceres da forma que a tua alma mais precisa. Sente-te!

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Todos por alguns

O Fisco passará a cobrar as cotas em atraso devidas às ordens profissionais.

Quando os transportes de Lisboa e do Porto têm deficits quem os paga é o estado.

O que é que isto tem em comum?

Em ambos os casos temos o estado (portanto todos os contribuintes) a servir interesses particulares.

Não é compreensível que todos tenhamos que pagar para que os pançudos do Porto e Lisboa para ssam ter transportes rápidos e baratos enquanto um “cidadão” do interior tem, na melhor das hipóteses, uma camionete por dia!

Mas como o pessoal do interior não faz barulho, que se lixem…